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Plenário jandirense elege a Mesa Diretora para o biênio 2027-2028

A partir do próximo ano, o vereador Tikinho se torna o novo presidente da Casa de Leis; a vereadora Camila Amorim, em seu turno, será a vice-presidenta

Na 3ª Sessão Extraordinária, ocorrida no dia 12 de outubro de 2026, os vereadores da 15ª Legislatura definiram os membros que irão compor a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jandira para o biênio 2027-2028. Por 12 votos favoráveis, o vereador Lucimar Henrique (Agir), mais conhecido como “Tikinho”, foi eleito o novo presidente do Poder Legislativo Municipal.

Durante a sessão, Tikinho agradeceu o apoio de seus pares, amigos e familiares.

“Eu quero agradecer primeiramente a Deus e a Nossa Senhora. Como Pastor Gilson lembrou, hoje é dia de Nossa Senhora Aparecida – um dia de comemoração e devoção. […] Estamos em oração para que tudo continue dando certo em nosso município. Quero agradecer ainda a cada vereador pelo voto de confiança por me colocar como presidente no próximo biênio. […] Continuaremos o trabalho conjunto desta Casa com o Governo Municipal. Estamos aqui para fiscalizar e fazer apontamentos, mas também para contribuir com o desenvolvimento de Jandira. Que o consenso e a harmonia permaneçam nesta Câmara e na nossa cidade”, afirmou o futuro presidente.

Escolhida com 12 votos a favor, a vereadora Camila Amorim da Silva (PRD), a “Camila Amorim”, ficou com a vice-presidência. Por sua vez, o vereador Silvair Soares de Brito (PP), o “Silvio Cabeleireiro”, vai atuar como 1º secretário, após receber nove votos. Já o vereador Gilson Rodrigues de Souza (PP), o “Pastor Gilson”, será 2º secretário, enquanto o vereador Cícero Amadeu Romero Duca (PRD), o “Cebolinha”, será 3º secretário. Ambos também obtiveram 12 votos favoráveis na ocasião.

Veja a seguir a composição da nova Mesa Diretora:

Presidente:Lucimar Henrique (Agir)
Vice-presidenta:Camila Amorim da Silva (PRD)
1º Secretário:Silvair Soares de Brito (PP)
2º Secretário:Gilson Rodrigues de Souza (PP)
3º Secretário:Cícero Amadeu Romero Duca (PRD)

Jandira 360º: projeto de Carlos Colli vai transformar a memória e os pontos turísticos da cidade em experiências digitais imersivas

Selecionada na categoria Audiovisual da Política Nacional Aldir Blanc, iniciativa propõe documentar dez locais de Jandira por meio de fotografias, vídeos em 360 graus e uma plataforma digital interativa.

Imagine poder conhecer lugares históricos de Jandira, observar seus detalhes, explorar ambientes e descobrir informações sobre a cidade utilizando apenas um celular, computador ou tablet. Essa é a proposta do “Jandira 360º – Conectando Memória, Cultura e Turismo”, projeto cultural idealizado pelo jornalista, produtor audiovisual e gestor cultural Antonio Carlos Colli.

A iniciativa foi selecionada pelo Edital 04/2026/SMCT de Fomento Cultural, vinculado à Política Nacional Aldir Blanc (PNAB 2026), na categoria Audiovisual, e propõe uma nova maneira de registrar, preservar e apresentar a história do município.

Por meio de fotografias panorâmicas, vídeos em 360 graus, recursos digitais e conteúdos informativos, o projeto pretende transformar pontos de interesse histórico, cultural e turístico em experiências virtuais acessíveis à população.

O conteúdo será reunido no portal www.jandira360.com.br, criando uma referência digital para estudantes, moradores, pesquisadores, visitantes e interessados na história da cidade.

Tecnologia a serviço da memória cultural

A principal característica do Jandira 360º é permitir que o visitante deixe de ser apenas um espectador de imagens convencionais e passe a explorar visualmente os ambientes registrados.

Diferentemente de uma fotografia tradicional, a tecnologia 360º permite visualizar diferentes direções de um mesmo espaço, oferecendo uma percepção ampliada do local.

A proposta também prevê a integração de textos históricos, fotografias, vídeos e informações culturais, formando um banco de dados digital que poderá contribuir para preservar a memória de Jandira.

A iniciativa busca responder a uma questão importante: quantos moradores realmente conhecem a história dos lugares pelos quais passam diariamente?

Praças, equipamentos públicos, espaços culturais, edifícios históricos e locais de convivência podem guardar histórias que nem sempre são conhecidas pelas novas gerações.

Ao reunir essas informações em um ambiente digital, o projeto pretende aproximar o passado das tecnologias contemporâneas.

Dez locais para contar parte da história de Jandira

O planejamento do Jandira 360º contempla a documentação de dez pontos de interesse do município, escolhidos por sua relevância histórica, cultural, institucional ou turística.

Entre os espaços definidos no desenvolvimento do projeto está a Câmara Municipal de Jandira, incorporada como o décimo local do roteiro.

Cada ponto deverá contar com registros visuais e informações que ajudem o visitante a compreender sua importância para a cidade.

A proposta não se limita à criação de uma galeria de imagens. A intenção é estabelecer uma experiência de visitação digital, permitindo que os usuários descubram aspectos do patrimônio municipal de maneira interativa.

Educação patrimonial e inclusão digital

Um dos compromissos do projeto é levar a experiência audiovisual para além da internet.

Estão previstas duas apresentações ou exposições públicas, sendo uma na região central e outra em bairro periférico de Jandira, em espaços como escolas ou unidades de atendimento comunitário que ofereçam condições adequadas de acessibilidade.

As atividades têm como objetivo estimular o interesse pela história local, especialmente entre estudantes da rede pública.

A proposta também contempla recursos de acessibilidade, incluindo acompanhamento especializado e interpretação em Libras nas apresentações, além de estratégias de comunicação visual e orientação do público.

Dessa forma, o Jandira 360º pretende integrar tecnologia, educação e participação social, permitindo que diferentes públicos tenham contato com os registros produzidos.

Quem está por trás do Jandira 360º

O projeto tem como proponente Antonio Carlos Colli, jornalista atuante em Jandira, editor dos portais de notícias Portal Jandira e Mídia Oeste e profissional com trajetória nas áreas de comunicação, tecnologia da informação, audiovisual e produção de eventos.

Colli também atua na produção cultural e em iniciativas voltadas à valorização da história e da identidade do município.

Atualmente, exerce a presidência do Conselho Municipal de Turismo de Jandira (COMTUR) e a vice-presidência do Instituto de Ação Social Alvorada (ISA).

Entre suas experiências na comunicação local está a organização e apresentação da sabatina com candidatos à Prefeitura de Jandira em 2024, realizada em parceria com a Tume TV.

Na execução do Jandira 360º, Colli responde pela produção audiovisual. A equipe apresentada no projeto também inclui o fotógrafo José Norival Bernardeli (Nori), responsável pela cobertura fotográfica, e a Mídia Oeste Comunicação e Eventos, nas atividades de organização e divulgação, além de profissionais de acessibilidade.

Cultura, turismo e novas possibilidades

O Jandira 360º também poderá contribuir para ampliar a visibilidade turística do município.

Ao disponibilizar informações organizadas sobre locais de interesse, o projeto oferece uma ferramenta de consulta que poderá ser utilizada por escolas, moradores, visitantes e profissionais ligados à cultura e ao turismo.

A iniciativa demonstra como a tecnologia pode contribuir para preservar histórias, democratizar o conhecimento e valorizar espaços que fazem parte da vida cotidiana da população.

Mais do que registrar imagens, o projeto busca construir uma ponte entre a memória da cidade e as próximas gerações.

Afinal, conhecer Jandira também significa reconhecer as histórias, os espaços e as pessoas que ajudaram a construir sua identidade.

Serviço — Projeto Jandira 360º

  • Nome: Jandira 360º – Conectando Memória, Cultura e Turismo
  • Categoria: Audiovisual
  • Edital: 04/2026/SMCT — PNAB Jandira
  • Locais previstos: 10 pontos históricos, culturais e turísticos
  • Execução prevista: 10/05/2026 a 15/12/2026
  • Plataforma: www.jandira360.com.br
  • Acesso aos conteúdos: gratuito

Jandira: prefeito e vice condenados por improbidade. Quem paga a conta dos R$ 627 mil?

Justiça aponta irregularidades na compra de cestas de Natal, anula contrato e determina perda dos cargos. Enquanto os condenados ainda podem recorrer, a população cobra respostas, responsabilização e a devolução do dinheiro público.

A cidade de Jandira volta ao centro de uma grave denúncia envolvendo a administração municipal. O prefeito Henri Hajime Sato, conhecido como Dr. Sato, e o vice-prefeito Carlos Eduardo Piteri foram condenados pela Justiça de São Paulo por improbidade administrativa em um processo envolvendo a compra de cestas de Natal destinadas aos servidores públicos municipais, realizada em 2021.

A sentença, proferida em 25 de setembro de 2026, determinou a perda das funções públicas, além de outras sanções. A decisão, entretanto, ainda admite recurso e não representa o afastamento definitivo dos agentes políticos.

Mas, diante da gravidade dos fatos, uma pergunta precisa ser feita: quem paga a conta quando uma contratação pública é considerada fraudulenta pela Justiça?

Uma compra de Natal que virou caso de Justiça

O que deveria ser uma iniciativa de valorização dos servidores municipais acabou se transformando em um processo judicial envolvendo suspeitas de direcionamento de licitação, irregularidades administrativas e prejuízo aos cofres públicos.

Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o caso começou com o Pregão Eletrônico nº 59/2021, destinado à aquisição de cestas natalinas.

Em 25 de novembro de 2021, o prefeito encaminhou à Câmara Municipal, em regime de urgência, o Projeto de Lei nº 129/2021, que autorizava a compra dos produtos. A proposta foi transformada na Lei Municipal nº 2.386, de 1º de dezembro daquele ano.

A despesa inicialmente prevista era de R$ 800 mil.

Dois dias depois da promulgação da lei, foi publicado o edital da licitação. O procedimento, porém, apresentou uma série de irregularidades apontadas na ação judicial.

Entre elas estavam o descumprimento do prazo mínimo para apresentação das propostas, a avaliação das amostras por apenas um servidor quando eram exigidos pelo menos três e a adjudicação antes do encerramento do prazo para apresentação de razões recursais.

O fato mais preocupante é a cronologia da contratação.

As cestas foram entregues em 18 de dezembro e distribuídas no dia 19, enquanto o contrato somente foi assinado em 21 de dezembro de 2021.

Ou seja, conforme os elementos descritos pelo Ministério Público, a entrega dos produtos ocorreu antes da formalização contratual.

Como uma empresa pôde entregar mercadorias antes da assinatura do contrato? Quem autorizou o procedimento? Quais mecanismos de fiscalização foram utilizados?

São perguntas que merecem respostas objetivas da administração municipal.

Empresa contratada e nomeação para cargo público

Outro ponto que chama a atenção é a relação entre a empresa beneficiada pela contratação e a administração municipal.

Segundo o MPSP, a empresa teria alterado seu objeto social em julho de 2021 para incluir a comercialização de gêneros alimentícios. Seu endereço cadastral coincidia com a residência do administrador, e a estrutura empresarial foi considerada incompatível com a operação.

O administrador da empresa foi nomeado secretário municipal de Obras e Serviços Urbanos em 17 de janeiro de 2022, poucas semanas após a contratação.

A sequência dos acontecimentos levanta questionamentos sobre a relação entre interesses particulares e decisões administrativas.

A sentença também alcançou o ex-secretário de Governo e a empresa envolvida.

R$ 627 mil: o dinheiro público precisa voltar aos cofres municipais

VALOR DO CONTRATO

R$ 627.211,16

RESSARCIMENTO DETERMINADO

R$ 627.211,16

A Justiça declarou a nulidade do Contrato nº 142/2021 e determinou o ressarcimento integral do dano apontado ao erário, no valor de R$ 627.211,16, além de multa civil equivalente ao valor do prejuízo, conforme as sanções fixadas na sentença.

O Ministério Público sustentou que o prejuízo correspondia ao valor integral da contratação, mesmo com a entrega das cestas, em razão do direcionamento ilícito apontado na ação.

É importante esclarecer que a condenação ao ressarcimento não significa que o dinheiro já tenha sido devolvido.

E aqui está uma das principais cobranças que a sociedade precisa fazer: não basta uma decisão judicial de grande repercussão. É necessário acompanhar sua execução, identificar os responsáveis e verificar se os recursos serão efetivamente recuperados.

O dinheiro público não pertence ao prefeito, ao vice, aos secretários ou aos fornecedores. Pertence à população de Jandira.

Condenação exige respostas e fiscalização

A decisão judicial estabelece sanções graves, incluindo perda de função pública, suspensão dos direitos políticos, multas e restrições para contratar com o poder público.

Entretanto, como ainda cabe recurso, as penalidades dependem das condições legais para sua execução. O prefeito e o vice não foram definitivamente afastados dos cargos por essa sentença.

Isso não diminui a necessidade de esclarecimentos.

A população tem o direito de saber se houve outras contratações com características semelhantes, quais providências administrativas foram adotadas após a identificação das irregularidades e como será acompanhado o eventual ressarcimento.

E a Câmara Municipal de Jandira?

O episódio também exige atenção do Poder Legislativo.

A Câmara Municipal aprovou a legislação que autorizou a compra das cestas. Embora essa aprovação não signifique participação dos vereadores nas irregularidades posteriormente apontadas, cabe questionar o papel fiscalizador da Casa.

Afinal, quais medidas concretas de fiscalização foram adotadas?

A Câmara pode solicitar documentos, convocar autoridades dentro de suas competências e acompanhar os desdobramentos administrativos e financeiros do caso.

Não se trata de antecipar condenações ou transformar o processo em disputa eleitoral. Trata-se de exigir transparência sobre a utilização de recursos públicos.

A população quer resultados, não apenas manchetes

O caso das cestas de Natal não pode terminar apenas com a divulgação de uma sentença e a repercussão política dos envolvidos.

Jandira precisa de respostas práticas:

  • O dinheiro apontado como prejuízo será efetivamente devolvido aos cofres públicos?
  • Quem autorizou a entrega dos produtos antes da assinatura do contrato?
  • Houve apuração administrativa para identificar falhas nos mecanismos internos de fiscalização?
  • Que medidas foram adotadas para impedir que situações semelhantes aconteçam novamente?
  • Como a Câmara Municipal está acompanhando o caso?

Essas perguntas não representam uma condenação antecipada, mas o exercício legítimo da cobrança pública.

Quem paga a conta?

Enquanto os processos seguem seu caminho na Justiça, os moradores continuam dependendo dos serviços públicos municipais.

Cada recurso comprometido por irregularidades representa dinheiro que poderia ser aplicado em necessidades coletivas. Ainda que o valor do contrato tenha sido pago por produtos efetivamente entregues, a Justiça reconheceu, nesta decisão sujeita a recurso, a existência de dano ao patrimônio público.

O cidadão não pode ser o último a saber, o primeiro a pagar e o único a ficar sem respostas.

O que Jandira precisa agora é de transparência, fiscalização independente, cumprimento das decisões judiciais quando exigíveis e mecanismos que assegurem a correta aplicação dos recursos municipais.

A condenação do prefeito, do vice e dos demais envolvidos representa um capítulo importante desse processo. Mas o resultado concreto que interessa à população será saber se haverá responsabilização definitiva, recuperação dos valores e mudanças reais na administração pública.

Porque, no fim das contas, a pergunta permanece: quem responde pelo dinheiro de Jandira?

Fonte principal: Ministério Público do Estado de São Paulo — publicação de 25 de setembro de 2026, “Prefeito e vice de Jandira são condenados à perda do cargo por improbidade administrativa”. Consultar publicação oficial.

Nota editorial: Matéria baseada na divulgação oficial do MPSP e nas informações fornecidas sobre a sentença. A íntegra da decisão, eventuais recursos posteriores e manifestações atualizadas dos envolvidos não foram verificados independentemente. O espaço deve permanecer aberto para manifestação dos citados, respeitando o contraditório, a ampla defesa e o caráter não definitivo da decisão.

FESTA ESPECIAL DE DIA DAS CRIANÇAS COM BRINQUEDOS, SORTEIOS E DIVERSÃO PARA TODA A FAMÍLIA 

Com programação gratuita, evento será realizado na segunda-feira, 12 de outubro, a partir das 10h, na Praça de Eventos

Jandira prepara uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças com muita alegria, lazer e diversão. Na segunda-feira, 12 de outubro, a partir das 10h, a Praça de Eventos será o ponto de encontro das famílias para uma comemoração repleta de brincadeiras, guloseimas e atrações voltadas ao público infantil.

A festa contará com brinquedos infláveis, pipoca, cachorro-quente, sorvete, algodão-doce, sorteios e outras atrações para garantir a felicidade da criançada. A iniciativa busca proporcionar momentos de descontração, incentivar a convivência familiar e criar boas lembranças para as crianças e seus responsáveis.

Com uma programação pensada para celebrar a infância, o evento também será uma oportunidade para pais, responsáveis e filhos compartilharem momentos de confraternização. A proposta é oferecer um ambiente acolhedor, com atividades recreativas e opções de lazer que tornem a data ainda mais especial para a população.

A prefeitura convida as famílias de Jandira a participarem da celebração e aproveitarem a programação preparada para a ocasião. A expectativa é reunir crianças e adultos em um dia marcado por sorrisos, brincadeiras e muita diversão.

Serviço

Evento: Dia das Crianças em Jandira
Data: segunda-feira, 12 de outubro
Horário: a partir das 10h
Local: Praça de Eventos (Rua Rubens Lopes da Silva, 106 – Centro)

Entrega de quadro ..Colli, Segantine, Donato e Nori.
“BIGUÁ & NORI” GANHA AS RUAS: OBRAS DA EXPOSIÇÃO PASSAM A FAZER PARTE DO COTIDIANO DA CIDADE

Nori e Colli decidiram dar continuidade à exposição de uma forma diferente: dez obras estão sendo entregues a estabelecimentos e espaços de grande circulação, criando pontos permanentes de contato com a história da cidade. Cada quadro traz um QR Code que leva o visitante à exposição on-line e à experiência virtual em 360°.

A exposição “Biguá & Nori – Duas Visões, Uma Cidade!” inicia um novo capítulo de sua história. Depois de percorrer diferentes espaços e apresentar ao público imagens que aproximam passado e presente de Jandira, Nori e Colli decidiram que as obras não deveriam simplesmente voltar para um acervo ou permanecer guardadas após o encerramento das exposições.

A proposta foi fazer exatamente o contrário: devolver as imagens à própria cidade.

Dez obras estão sendo entregues a estabelecimentos e espaços de grande circulação de Jandira, permitindo que as fotografias permaneçam diante dos olhos da população e continuem despertando lembranças, curiosidade e interesse pela história do município.

Uma exposição que continua acontecendo

“Biguá & Nori – Duas Visões, Uma Cidade!” nasceu do encontro entre diferentes épocas da fotografia de Jandira. De um lado estão os registros históricos de Biguá; de outro, o olhar contemporâneo de Nori, fotógrafo, documentarista e pesquisador da história da cidade.

A produção e organização do projeto têm a participação de Colli, jornalista e produtor cultural que atua em diferentes iniciativas ligadas à comunicação, cultura, audiovisual e eventos em Jandira.

A exposição percorreu espaços como o Templo da Oomoto, Secretaria de Educação de Jandira, Escola Municipal Dimas Jordão, Jandira Plaza Shopping e chegou também à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), ampliando para além do município a divulgação da memória visual de Jandira.

Agora, porém, Nori e Colli encontraram uma maneira de fazer com que parte dessa história permaneça definitivamente próxima de quem vive a cidade.

Os quadros agora fazem parte da cidade

A decisão foi entregar as obras a estabelecimentos conhecidos e locais de circulação de pessoas.

A ideia transforma diferentes pontos de Jandira em uma espécie de exposição descentralizada e permanente. O morador não precisa necessariamente entrar em uma galeria ou visitar uma mostra em determinado período: poderá encontrar uma das obras enquanto toma um café, almoça, faz compras ou frequenta algum desses espaços.

É também uma forma de homenagear os estabelecimentos que, cada um à sua maneira, fazem parte do cotidiano e da própria história da cidade.

Comércios tradicionais e locais frequentados diariamente pela população são espaços onde histórias são construídas. Pessoas se encontram, famílias passam por gerações, amizades começam e acontecimentos da cidade são comentados.

Colocar nesses ambientes uma fotografia que conta parte da história de Jandira cria uma ligação entre memória, cultura e cotidiano.

Do quadro na parede para uma exposição inteira pelo celular

Existe ainda outro elemento que amplia a proposta.

Cada quadro possui um QR Code, permitindo que qualquer pessoa utilize o celular para continuar a experiência.

Ao acessar o código, o visitante é direcionado para o conteúdo digital do projeto, onde poderá conhecer a exposição on-line e também percorrer a exposição virtual em 360 graus.

Acesse a exposição online – https://jandira360.com.br/expobigua

Assim, uma única fotografia exposta na parede funciona como uma porta de entrada para todo o projeto.

O visitante vê o quadro, conhece um fragmento da história e, segundos depois, pode estar navegando por uma exposição inteira dedicada à memória de Jandira.

A tecnologia, nesse caso, não substitui a fotografia impressa. Ela amplia seu alcance.

Cultura que não termina quando a exposição acaba

A iniciativa de Nori e Colli também apresenta uma maneira diferente de pensar o encerramento de uma exposição.

Normalmente, depois da última visitação, as obras são desmontadas e retornam aos artistas, produtores ou acervos. Em “Biguá & Nori”, parte das fotografias seguirá outro caminho.

Elas permanecerão em Jandira, entre os moradores de Jandira.

Cada estabelecimento que recebe um quadro passa, de certa maneira, a ser também um pequeno espaço cultural da cidade e um ponto de divulgação de sua memória.

É uma continuidade coerente com a proposta que acompanha o projeto desde sua criação: utilizar a fotografia não apenas como expressão artística, mas como instrumento de preservação da memória, identidade e pertencimento.

A fotografia de ontem encontra o olhar de hoje; o quadro físico encontra a tecnologia; e a exposição deixa de depender de um único endereço.

Entre os locais onde o público poderá encontrar obras da exposição estão:

  • Templo Aizendô – Associação Religiosa Oomoto — Rua Fernando Pessoa, 720 – Vila Lucinda, Jandira/SP.
  • Padaria Praça 8 de Dezembro — Rua Fernando Pessoa, 13 – Jandira/SP.
  • Papelaria Reberto — Avenida Conceição Sammartino, 569 – Centro, Jandira/SP.
  • Mamamia Restaurante — Praça Anielo Gragnano, 500 – Centro, Jandira/SP.
  • Café Mille — Avenida Conceição Sammartino, 433 – Centro, Jandira/SP.
  • Recanto do Bebê — Avenida Conceição Sammartino, 553 – Centro, Jandira/SP.
  • Ciranda Cultural — Rua José Albino Pereira, 54 – Jardim Alvorada, Jandira/SP.

A presença de uma obra no Templo Aizendô possui um significado especial para o projeto. Além de ter recebido a exposição, o espaço possui uma relação histórica com a arte e a cultura e integra o roteiro de pontos turísticos oficiais de Jandira.

Assim, a exposição “Biguá & Nori – Duas Visões, Uma Cidade!” vai formando um verdadeiro circuito cultural pela cidade. Quem encontrar uma das obras poderá ainda utilizar o QR Code para acessar a exposição on-line e a experiência virtual em 360 graus, conhecendo os demais trabalhos e a história que deu origem ao projeto.

A iniciativa materializa uma das propostas de Nori e Colli: fazer com que a exposição não termine quando os quadros deixam a galeria. Ela continua nas paredes de Jandira, nos lugares frequentados por seus moradores e, por meio da tecnologia, disponível para qualquer pessoa conhecer.

Acesse a exposição online – https://jandira360.com.br/expobigua

Fotógrafo Nori Bernardeli resgata a memória escolar de estudantes de Jandira em projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc

Projeto selecionado na categoria Artes Visuais recupera a tradição dos retratos escolares, valoriza a identidade estudantil e promove acesso gratuito à fotografia profissional.

A fotografia tem a capacidade de eternizar momentos que, muitas vezes, passam despercebidos na correria do cotidiano. Uma turma reunida, o sorriso de um estudante ou a conclusão de uma etapa escolar podem se transformar em lembranças preservadas por gerações. É justamente essa proposta que inspira o projeto “Lembranças da Vida Escolar – Um Resgate de Emoções”, idealizado pelo fotógrafo e produtor cultural José Norival Bernardeli, conhecido como Nori.

A iniciativa foi selecionada na categoria Artes Visuais, por meio do Edital 04/2026/SMCT de Fomento Cultural, vinculado à Política Nacional Aldir Blanc (PNAB 2026), no município de Jandira.

O projeto propõe recuperar a tradição das antigas fotografias escolares, comuns em álbuns de família, quando os estudantes eram fotografados individualmente ou reunidos com seus colegas de classe, criando registros que atravessavam décadas.

Em uma época em que milhares de imagens são produzidas diariamente pelos celulares e muitas acabam esquecidas em arquivos digitais, Nori propõe recuperar o valor afetivo, artístico e histórico da fotografia escolar.

A escola como espaço de memória e identidade

O projeto tem como local de realização o Complexo Educacional Maria José Moreau, localizado na Rua dos Melos, Jardim Aurora, em Jandira.

A proposta contempla estudantes da rede pública municipal, especialmente turmas que estejam concluindo etapas de sua formação escolar.

Entre as metas previstas estão o atendimento de até 100 estudantes, a produção de 100 retratos individuais em estilo clássico e até 12 fotografias coletivas, envolvendo de duas a quatro turmas.

Mais do que simplesmente fotografar alunos, a iniciativa pretende proporcionar uma experiência artística, permitindo que cada participante compreenda a importância de sua própria imagem como parte da história da escola e da comunidade.

Todas as fotografias destinadas aos estudantes serão entregues gratuitamente, garantindo que a condição financeira das famílias não seja um obstáculo ao acesso a registros profissionais.

Da preparação do cenário à exposição fotográfica

O trabalho foi estruturado em diferentes etapas, envolvendo a comunidade escolar e uma equipe de produção.

1. Planejamento e articulação escolar: organização das atividades, definição da logística e alinhamento com a instituição participante.

2. Divulgação e autorizações: comunicação com os familiares e responsáveis, apresentação da proposta e obtenção das autorizações necessárias para utilização das imagens.

3. Preparação do cenário: montagem de um ambiente fotográfico inspirado na estética dos retratos escolares tradicionais, com iluminação, composição e direção artística.

4. Produção fotográfica: realização das sessões individuais e coletivas, respeitando as características e individualidades dos estudantes.

5. Tratamento e impressão: seleção das melhores imagens, edição, padronização visual e preparação dos registros para entrega.

6. Exposição e preservação: apresentação gratuita de parte dos trabalhos à comunidade e disponibilização de registros para o acervo da instituição escolar.

A programação prevista no projeto compreende o período de 11 de maio a 10 de novembro de 2026, incluindo preparação, produção, entrega das fotografias e encerramento das atividades.

Inclusão e democratização cultural

Um dos aspectos importantes da iniciativa é o compromisso com a acessibilidade.

As sessões fotográficas foram planejadas para permitir a participação de estudantes com diferentes necessidades físicas, cognitivas e de aprendizagem. A direção artística prevê adaptações de poses, orientações acessíveis e respeito às particularidades de cada participante.

A exposição também integra a contrapartida cultural gratuita do projeto, aproximando a fotografia artística dos estudantes, professores, familiares e moradores.

O resultado esperado vai além das imagens impressas: a criação de um acervo que poderá contribuir para preservar a história das turmas e fortalecer o sentimento de pertencimento dos alunos.

A experiência de Nori Bernardeli

Com aproximadamente 13 anos de experiência na fotografia, Nori Bernardeli construiu uma trajetória ligada ao registro de eventos culturais, musicais e comunitários.

Entre os trabalhos apresentados em seu portfólio estão registros de eventos musicais de Páscoa, realizados em Alphaville entre 2012 e 2015, e do Festival de Música Popular de Jandira, nas edições de 2022 e 2023.

No projeto “Lembranças da Vida Escolar”, o fotógrafo assume a direção artística e fotográfica. A equipe conta também com Antonio Carlos Colli na produção, além da participação da Mídia Oeste Comunicação e Eventos nas atividades de organização e comunicação.

Cultura que permanece para as próximas gerações

A proposta de Nori Bernardeli demonstra que ações culturais não precisam estar restritas aos palcos, galerias ou grandes espaços de exposição. Elas também podem acontecer dentro de uma escola, onde histórias pessoais e coletivas são construídas diariamente.

Ao valorizar os estudantes como protagonistas de suas próprias memórias, o projeto transforma a fotografia em instrumento de identidade, inclusão e preservação cultural.

A iniciativa resume seu propósito em uma mensagem que atravessa gerações:

“Um momento que passa, uma lembrança que fica para sempre.”

Serviço — Projeto Lembranças da Vida Escolar

  • Categoria: Artes Visuais — Fotografia
  • Edital: 04/2026/SMCT — PNAB Jandira
  • Local previsto: Complexo Educacional Maria José Moreau, Jardim Aurora, Jandira
  • Período previsto: 11/05/2026 a 10/11/2026
  • Participação: gratuita
  • Instagram do fotógrafo: @jnb_photo_bernardeli
DOCUMENTÁRIO “A CIDADE QUE DORME” ESTREIA EM JANDIRA E PROPÕE REFLEXÃO SOBRE A VIDA EM UMA CIDADE-DORMITÓRIO

Filme dirigido por Rogel André investiga os deslocamentos cotidianos entre casa e trabalho e questiona as razões que levam moradores a permanecer em cidades marcadas pela mobilidade pendular

O documentário “A Cidade Que Dorme – Entre Partir e Permanecer” terá sua primeira exibição pública no dia 13 de setembro de 2026, às 16h, no Teatro Municipal de Jandira – Luiz Gonzaga, em Jandira, na Região Metropolitana de São Paulo. A sessão será gratuita e aberta ao público. Com roteiro e direção de Rogel André, o filme utiliza Jandira como território para discutir o conceito de cidade-dormitório e as relações entre deslocamento, trabalho, tempo, pertencimento e permanência.

O projeto parte de uma inquietação pessoal do cineasta diante do tempo dedicado diariamente aos deslocamentos entre trabalho e casa. A partir dessa experiência, a investigação se volta para Jandira e para uma realidade compartilhada por milhares de pessoas que deixam suas cidades diariamente para estudar ou trabalhar em outros municípios e retornam ao final do dia.

Mais do que abordar o deslocamento como uma questão de transporte, “A Cidade Que Dorme – Entre Partir e Permanecer” busca observar os efeitos dessa dinâmica sobre a vida cotidiana. O tempo passado no trânsito, a relação com o trabalho, as desigualdades urbanas e a distância entre os locais onde as pessoas moram e onde concentram suas atividades fazem parte da discussão proposta pelo documentário.

A mobilidade pendular — caracterizada pelos deslocamentos frequentes entre o local de residência e outros municípios para atividades como trabalho e estudo — é apresentada no filme a partir das experiências de estudantes, trabalhadores e especialistas. Seus relatos ajudam a construir um olhar sobre as diferentes dimensões de viver em uma cidade-dormitório, revelando não apenas dificuldades, mas também relações de pertencimento e os motivos que fazem com que seus moradores permaneçam nesses territórios.

A investigação também coloca em questão uma aparente contradição: diante dos desafios relacionados ao deslocamento, às oportunidades de trabalho e às desigualdades urbanas, por que tantas pessoas escolhem permanecer na cidade onde vivem?

É a partir dessa pergunta que o documentário amplia sua discussão para além da ideia de cidade-dormitório como uma simples definição urbana. A proposta é estimular uma reflexão sobre a relação dos moradores com o território e sobre aquilo que existe entre o momento de partir e a decisão de permanecer.

Um debate sobre a cidade a partir de quem vive nela

Ao tomar Jandira como ponto de partida, o projeto busca contribuir para uma discussão pública sobre uma realidade presente em diferentes municípios da Região Metropolitana de São Paulo. A cidade torna-se, assim, território de investigação para questões que atravessam a rotina de trabalhadores e estudantes: quanto tempo da vida é dedicado aos deslocamentos? O que significa morar em um município e trabalhar ou estudar em outro? E como essa rotina influencia a relação das pessoas com o lugar onde vivem?

O documentário propõe olhar para essas questões a partir das experiências cotidianas, relacionando mobilidade pendular, trabalho, desigualdades urbanas, pertencimento, resistência e esperança.

Nesse sentido, a obra não se limita a apresentar os desafios associados à condição de cidade-dormitório. O projeto pretende contribuir para um debate sobre a própria experiência de viver nesses territórios, considerando tanto as dificuldades enfrentadas no cotidiano quanto os vínculos que fazem com que seus moradores construam suas vidas e permaneçam neles.

Produção e realização

“A Cidade Que Dorme – Entre Partir e Permanecer” tem Rogel André como roteirista e diretor. O projeto foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc, através da Secretaria de Cultura e Turismo do Município de Jandira, e tem como propósito promover um debate público sobre o tema cidade-dormitório, utilizando o município como exemplo para a discussão.

A primeira exibição pública do documentário acontece em 13 de setembro de 2026, às 16h, no Teatro Municipal de Jandira – Luiz Gonzaga. A sessão será gratuita e aberta a todos.

SERVIÇO

Filme: A Cidade Que Dorme – Entre Partir e Permanecer

Roteiro e direção: Rogel André

Estreia / Exibição: 13 de setembro de 2026

Horário: 16h

Local: Teatro Municipal de Jandira – Luiz Gonzaga

Endereço: R. Rubens Lopes da Silva, 400 – JMC, Jandira – SP, 06600-035

Entrada: Gratuita e aberta a todos

Instagram: @cidadeqdorme

Projeto: Contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc, através da Secretaria de Cultura e Turismo do Município de Jandira.

Marcha para Jesus 2026 reúne igrejas e comunidade em caminhada de fé neste sábado em Jandira

Evento acontece neste sábado (29), com concentração no Jardim Gabriela e programação de louvor e celebração na Praça Central Anielo Gragnano

Jandira recebe neste sábado, 29 de agosto, mais uma edição da Marcha para Jesus, um dos momentos de maior mobilização da comunidade cristã da cidade. A programação reúne igrejas, famílias, líderes religiosos e participantes de diferentes denominações em uma caminhada marcada pela fé, oração, louvor e celebração.

A concentração está prevista para acontecer a partir das 14h, na Praça do Jardim Gabriela, de onde os participantes seguirão em caminhada pelas ruas da cidade em direção à região central.

A partir das 15h30, a programação segue na Praça Central Anielo Gragnano, no Centro de Jandira, com momentos de louvor, adoração e celebração.

A edição deste ano é promovida pelo movimento Marcados por Avivamento, com a participação de igrejas e lideranças cristãs da região.

Uma tradição de fé em Jandira

A Marcha para Jesus já faz parte do calendário de manifestações cristãs realizadas em Jandira. A cidade possui uma tradição de reunir diferentes igrejas em uma caminhada pública de fé. Em anos anteriores, a concentração também ocorreu na região do Jardim Gabriela, seguindo posteriormente até a Praça Central.

A Prefeitura de Jandira também mantém registros de edições anteriores do evento. Em 2023, por exemplo, o município divulgou a realização da 19ª edição da Marcha para Jesus, que contou com atrações da música gospel. Já em 2024, a programação teve entre os destaques a participação da cantora Soraya Moraes.

Mais do que uma caminhada, a Marcha representa para os participantes um momento de comunhão entre diferentes comunidades cristãs e uma oportunidade de levar às ruas mensagens de fé, esperança, paz e união.

Fé que ocupa as ruas

Durante o percurso, a expectativa é de que os participantes caminhem juntos em um ambiente de oração e louvor, acompanhando a programação preparada pela organização.

A iniciativa também reforça uma característica tradicional da Marcha para Jesus em diferentes cidades brasileiras: reunir pessoas de diferentes igrejas e denominações em torno de uma manifestação pública de fé cristã.

Em diversas cidades do país, a Marcha para Jesus integra o calendário anual de eventos religiosos e culturais. Em 2026, outras cidades também realizam suas próprias edições ao longo do ano, mantendo a tradição de caminhadas acompanhadas de música, oração e celebração.

SERVIÇO

Marcha para Jesus 2026 – Jandira

📅 Data: sábado, 29 de agosto de 2026
📍 Concentração: Praça do Jardim Gabriela
🕑 Horário da concentração: a partir das 14h
🚶 Caminhada: saída em direção à região central
📍 Encerramento/programação: Praça Central Anielo Gragnano
🕞 Programação na Praça Central: a partir das 15h30

OPERAÇÃO IMPACTO – ÚLTIMA CHAMADA RESULTA NA CAPTURA DE PROCURADO EM JANDIRA

Policiais militares do 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, durante a Operação Impacto – Última Chamada, realizaram, na tarde desta terça-feira (25), a captura de um indivíduo procurado pela Justiça, no município de Jandira.

A equipe da 4ª Companhia foi acionada pela Sala de Operações para averiguar a presença de um indivíduo com características de uma pessoa procurada pela Justiça, na Rua João Balhesteiro.

Os policiais realizaram a abordagem e, durante a consulta aos sistemas policiais, constataram que havia um mandado de prisão em aberto em desfavor do abordado. Embora nada de ilícito tenha sido localizado durante a busca pessoal, a situação judicial foi confirmada.

Diante dos fatos, o indivíduo foi conduzido ao Distrito Policial, onde permaneceu à disposição da Justiça.

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Fonte: POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

JANDIRA SE DESPEDE DE PAULO MACK, JORNALISTA E COMUNICADOR DE LONGA TRAJETÓRIA

Jornalista, assessor de comunicação e editor do Jornal Imprensa, Mack deixa uma trajetória marcada pela comunicação e pela atuação na imprensa regional

O jornalismo de Jandira e da região Oeste da Grande São Paulo está de luto. Morreu neste domingo, 23 de agosto de 2026, aos 56 anos, o jornalista Paulo Sérgio de Oliveira, conhecido carinhosamente como Paulo Mack.

Mack iria completar 57 anos no próximo dia 2 de setembro. Profissional reconhecido pela atuação na comunicação pública e na imprensa regional, ele construiu ao longo de décadas uma trajetória dedicada ao jornalismo, à comunicação institucional e ao relacionamento com veículos de imprensa.

O jornalista era diretor do Jornal Imprensa, de Jandira, veículo no qual também atuou como editor por quase dez anos, entre 2011 e 2021. Sua experiência profissional esteve diretamente ligada à história da comunicação política e jornalística da região.

Uma vida dedicada à comunicação

De acordo com informações de seu perfil profissional, Paulo Mack iniciou sua trajetória na área pública ainda no final dos anos 1990. Entre 1998 e 2000, atuou como assessor executivo na Câmara Municipal de Jandira, onde atendia vereadores, produzia materiais jornalísticos e auxiliava na preparação de entrevistas para parlamentares e para a Presidência do Legislativo.

Posteriormente, passou pela Câmara Municipal de Carapicuíba, onde exerceu a função de assistente de relações públicas, participando da cobertura de sessões legislativas, preparação de entrevistas, produção de textos, relacionamento com a imprensa e atualização de conteúdos para a internet.

Também atuou na Câmara Municipal de Barueri, na área de comunicação social, desenvolvendo atividades de assessoria de imprensa, acompanhamento de entrevistas, produção de materiais jornalísticos, fotografia, filmagens e apoio à comunicação institucional do Legislativo.

Em Jandira, sua cidade de atuação profissional, Paulo Mack também dedicou muitos anos à comunicação da Prefeitura Municipal, trabalhando como assessor de comunicação social. Entre suas atribuições estavam a produção de materiais institucionais das secretarias, preparação de entrevistas para secretários e para o prefeito, coordenação de entrevistas e atendimento à imprensa regional.

Sua trajetória também esteve ligada diretamente ao Jornal Imprensa, onde exerceu a função de editor entre julho de 2011 e maio de 2021, desenvolvendo atividades de apuração de notícias e relacionamento com fontes.

Formação em Jornalismo e comunicação

Paulo Mack era formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade Anhanguera, onde estudou entre 2001 e 2006.

Também realizou pós-graduação em Mídia, Informação e Cultura pela Universidade de São Paulo (USP), entre 2008 e 2010, aprofundando seus conhecimentos sobre comunicação, cultura, mídia e o cenário cultural brasileiro.

Sua carreira revela um profissional que transitou por diferentes áreas da comunicação, da imprensa escrita à assessoria institucional, mantendo ao longo dos anos uma forte ligação com Jandira e com os municípios da região.

Uma perda para o jornalismo regional

A morte de Paulo Mack representa uma perda para o jornalismo e para a comunicação regional. Mais do que o profissional que esteve por trás de entrevistas, notícias, fotografias, textos e informações institucionais, Mack deixa também a lembrança de alguém que fez da comunicação uma parte importante de sua vida.

Sua trajetória foi construída no contato diário com jornalistas, autoridades, fontes, profissionais da comunicação e, principalmente, com a comunidade regional.

Neste momento de dor, o Portal Jandira se solidariza com familiares, amigos, colegas de profissão e todos aqueles que tiveram a oportunidade de conviver e trabalhar com Paulo Sérgio de Oliveira, o nosso Paulo Mack.

Que sua história, seu trabalho e sua contribuição para a comunicação de Jandira e da região permaneçam como parte da memória daqueles que o conheceram.

Descanse em paz, Mack.


Velório e sepultamento

Velório:
📅 23 de agosto de 2026
🕖 A partir das 19h

Sepultamento:
📅 24 de agosto de 2026
🕙 Às 10h

Cemitério Municipal de Barueri
Praça da Saudade, s/n – Vila São Francisco
Barueri – SP

Paulo Sérgio de Oliveira — Paulo Mack
02/09/1969 – 23/08/2026

Jornalista. Assessor de comunicação. Editor. Profissional dedicado à informação e à comunicação. Uma história que permanece na memória de Jandira e da região.

SEBRAE-SP E PREFEITURA OFERECEM CAPACITAÇÃO GRATUITA EM IA PARA EMPREENDEDORES DE ITAPEVI

Ferramenta pode auxiliar empresários na redução de custos e no aumento de competitividade

Saber como usar as diferentes ferramentas de Inteligência Artificial (IA) é um grande diferencial competitivo para quem empreende. Atento a isso, o Sebrae-SP, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Itapevi, lançou a “Imersão em Inteligência Artificial para negócios”.

A ação faz parte do Programa Itapevi Empreendedora – Fábrica de Oportunidades de Itapevi, voltado ao desenvolvimento dos empreendedores da cidade. A participação é gratuita e voltada a empresários com CNPJ.

As inscrições podem ser feitas pelo link.

De 27 a 29 de julho, as pessoas participantes vão conhecer as diferentes ferramentas disponíveis e quais as mais indicadas para cada necessidade do negócio.

No decorrer da imersão, também será ensinado como a IA pode auxiliar na redução de custos, otimizar os processos da equipe e destacar a empresa no mercado. As aulas serão realizadas das 18h às 21h, no Resolve Fácil Empresas, localizado na Rua Agostinho Ferreira Campos, 752, Vila Nova Itapevi.

SERVIÇO

“Imersão em Inteligência Artificial para negócios”

Datas e horário: 27, 28 e 29 de julho, das 18h às 21h

Local: Resolve Fácil Empresas (Rua Agostinho Ferreira Campos, 752, Vila Nova Itapevi)

Inscrições pelo link

Gratuito

JANDIRA CELEBRA O DIA MUNDIAL DA ABELHA COM EDUCAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DAS ESPÉCIES NATIVAS

Evento realizado no Portal Ecológico Pedra Bonita reuniu autoridades, especialistas e comunidade para conscientizar sobre a importância das abelhas na preservação da biodiversidade, sustentabilidade e produção de alimentos.

A Prefeitura do Município de Jandira, por meio da Secretaria de Turismo em parceria com a Secretaria do Bem-Estar Animal, realizou com grande sucesso o evento em celebração ao Dia Mundial da Abelha, no Portal Ecológico Pedra Bonita. A ação reuniu autoridades, especialistas, educadores e a comunidade em uma importante iniciativa de conscientização ambiental, destacando o papel fundamental das abelhas para a biodiversidade, preservação ambiental e produção de alimentos.

O evento contou com palestras educativas e ações de conscientização ambiental, promovendo conhecimento sobre as abelhas nativas sem ferrão e incentivando a preservação da espécie.

Estiveram presentes o Secretário de Turismo Eduardo Segantine, a Diretora de Turismo Elizabeth Beltrame, o Secretário de Bem-Estar Animal Márcio Oliveira, o Secretário Samuel Lima, o vereador Gilson de Souza, a professora, bióloga e palestrante Karina Almeida, o meliponicultor e proprietário do Meliponário Jardim Portela Fábio Rodrigues, a Dra. Raquel Gonçalves, filha do primeiro apicultor, Carlos Colli presidente do Conselho Municipal de Turismo de Jandira – COMTUR, Roseli Machado vice-presidente da Oomoto, Brenda Cantagessi Diretora de Projetos do CIOESTE, e o Dr. Francisco Nogueira, Superintendente do IPREJAN.

O projeto Jandira Favo de Mel fortalece as ações de educação ambiental no município, promovendo sustentabilidade, conscientização ecológica e valorização das abelhas nativas.

A iniciativa contou com apoio da Prefeitura do Município de Jandira, Consórcio CIOESTE e Conselho Municipal de Turismo de Jandira – COMTUR.

“Unindo forças e fortalecendo laços. Juntos somos mais fortes!”

Fotos: Nori Bernardeli